foto só pro blog n ficar feio rs
Esse anime, de fato, tem uma premissa muito parecida com a de Spy X Family: dois assassinos de aluguel, Kazuki e Rei, são forçados a adotar uma menina de 4 anos, a Miri, depois que eles matam o pai dela (por querer, ele era o alvo deles mesmo). A partir daí, os dois tem que aprender a conviver tendo que cuidar de uma criança e ao mesmo tempo conseguir realizar o trabalho perigoso de assassinos.
O show é bem fofo. Como eu disse antes, parece muito Spy X Family, só que com mais foco nos cuidados à criança e a experiência de ser pais. É bem bonito porque eles vêem que, apesar do trabalho exaustante que é cuidar da Miri, eles adoram ter ela por perto e ela traz felicidade pra famíliazinha deles. Não tem nada de inovador, mas é bonitinho mesmo assim. A backstory dos dois principais são ok. Nada demais, mas é o suficiente para sentir empatia por eles, então tá bom. Não curti muito nem a abertura nem o encerramento. Funciona, mas não é minha praia.
Mas o que eu realmente queria comentar era sobre o relacionamento dos principais. Não sei, acho que por já ir esperando um Spy X Family, acreditava que no final os dois realmente ficariam juntos como um casal; só que não. Eles vivem juntos, trabalham juntos, criam uma menina juntos e tem um relacionamento completamente platônico. Teve um pouquinho de decepção quando eu cheguei no final, não vou mentir, mas foi bom mesmo assim; é até bem diferente um anime explorar cargos que não se encaixam no padrão heteronormativo, onde os dois criadores da criança geralmente tem ou tiveram um relacionamento romântico antes.
O anime é legal, recomendo se gostar de Spy X Family e preferir algo mais slice of life (com um pouquinho de drama) do que romances. Mas o bait LGTV foi forte nesse.
Ps.: Acho que só fui completar esse blog depois de 2 meses que eu acabei o anime. A sorte é que eu ainda lembrava do que eu pensava sobre. O próximo blog deve ser de Tokyo Tarareba Girls, que foi um mangá que eu me decepcionei bastante. Também vou fazer o blog de Fire Emblem que eu tinha falado antes e ainda nem comecei. É isto valeu falou