sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Eu li uns BLs aí

Eu impressionantemente li bastante BL esses dias. Não que eu não goste, mas eu prefiro olhar só pelo lado do romance e ignorar a partes de sexo quente. Só porque não me interessa. E infelizmente quase todo BL tem.

Enfim! Me recomendaram alguns BLs e como eu queria fugir das minhas responsabilidades (como estou fazendo agora, também) eu li todos. Aqui está o que eu achei de cada um em breves palavras porque eu só quero postar alguma coisa aqui:


Kimi ni wa todokanai: esse é um que eu já tava lendo, na verdade. Tinha parado no capítulo 20 porque não tinha mais traduzido e deixei pra ler quando tivesse mais. Agora peguei pra ler até o 33? 36? Algo assim e, bom, continua a mesma coisa. Eu gosto muito de friends to lovers então eu acho o casal legal, mas não tem nada de especial neles. Eu tô até me contrariando um pouco porque eu gosto tanto de Kieta Hatsukoi e os dois são tão clichê também, mas enfim. Uma parte que eu gostei foi os problemas de confiança do Kakeru, porque faz muito sentido, já que a irmã dele trata ele que nem LIXO. Ridícula essa menina. Os colegas de sala também, e praticamente todo mundo na vida dele exceto o Yamato. Não me surpreende ele gostar do único garoto que não caga na boca dele. Infelizmente houve insinuação de incesto por parte da irmã do Yamato então menos um ponto pro mangá. Vou continuar só porque eu gosto muito de friends to lovers.



Yuki no yousei: meu deus que mangá fofinho!!! Eu adorei a arte. A história também é bonitinha demais e o Haruki é meu filho. Não tenho nem muito o que falar a não ser que eu queria que fosse slow burn. Mais uns 30 capítulos pra gente ver com mais calma eles se apaixonando um pelo outro, já que foi meio rápido no mangá... Tipo... 3 meses em 5 capítulos? Não gostei muito dessa parte mas eu relevo porque é muito fofo, me deu diabetes. Infelizmente esse mangá me fez querer ler mais coisa dessa autora, o que foi um erro.



Himemuko: um mangá da mesma autora que o anterior, tem uma história bem interessante da princesa Himeko que eu não entendo nada porque não sei como funcionava o Japão antigo MAS o que me incomodou mesmo foi que tudo acontece tão rápido. E o pacing é uma MERDA. A autora colocava 5 painéis pra uma ação que definitivamente não precisava desse tanto, enquanto coisas importantes tomam... 1 painel. E repetindo, é tudo tão rápido que não dá nem pra apresentar direito a relação dos dois protagonistas quando crianças pra entender o porquê do menino gostar tanto do outro (eu esqueci o nome dos dois, perdão). Agora eu vou falar um SPOILER porque foi aí que eu parei de ler: do nada um dos moços começa a passar mal por causa de uma doença e aí a cura é o outro moço que é a Himeko ficar... Pelado... Em cima do outro... Fazendo coisas indescritíveis... Uau! Ok! Que poder conveniente de se ter em um BL! Daí eu parei de ler e minha conclusão é que foi bem ruim.



Kokoro nochi hare: esse é um que eu achei aleatoriamente vendo meus sites SUPER legais de mangá e só tem 6 capítulos. Eu li também porque é friends to lovers, mas eu não gostei muito não... Porque fica desde o princípio claro que o Gaku gosta muito do Haru e a gente acompanha na perspectiva dele, mas do nada chega um momento que o Haru fala que também gosta dele? Sem a gente nem ter visto no que ele tava pensando, o que fez ele chegar a essa conclusão... E aí eles realizam o ato sexual. E acaba sem uma conclusão boa. Não chega a ser ruim RUIM, mas não é bom também não.



The guild member next door: caralho! Que webtoon fofinha da porra! Depois da decepção que eu tive com Net-juu no susume achar uma webtoon legal sobre nerdolas (minha gente) é tão bom. É um enemies to lovers beeeem soft então não me irrita tanto, e os personagens são tão legais interagindo dentro quanto fora do jogo que eu nem liguei. Eu fiquei genuinamente com dó do Terrinha porque ele tem ansiedade por causa de um stalker. Eu achei que ele só era doidinho, mas ele tá mais pra traumatizado. Tem mais comédia do que romance no momento e, como eu adoro comédia, tô amando. Meu favorito dessa lista aqui, sem dúvida.


E é isso. Eu tenhos uns 10 rascunhos pra continuar a escrever pra esse blog e eu nunca consigo por causa de final de período. O próximo que eu vou fazer provavelmente vai ser de Fullmetal, antes que eu esqueça tudo que eu assisti... Ou então de Devilman, por conta de Ryo Asuka e apenas por causa dele. Cenas para os próximos capítulos, boa noite!









ryo asuka analfabeto S/2


quarta-feira, 10 de maio de 2023

Mentiram para mim, Tokyo Tarareba Girls é horrível

Finalmente chegamos em um mangá que eu já planejava ler, e li! Eu já tinha visto MUITA gente na internet falando muito bem desse mangá, inclusive como uma história que mostra bem a amizade feminina e a coloca em primeiro plano em vez do romance da personagem principal. Bom, fui traída de novo. Por pessoas da internet que nem conheço. Antes que me julguem por estar aceitando qualquer recomendação que eu vejo por aí, foi assim que eu encontrei o mangá que é meu favorito já faz 3 anos. Portanto, nunca perco as esperanças de achar outro 10/10 por aí... Enfim. Foco no blog.

quem vê a capa até se engana achando que é bom!

Tokyo Tarareba Girls é um mangá feito pela mesma autora de Kuragehime - pessoalmente, nunca li, mas eu sei que tem bastante gente que gosta - e conta a história de Rinko Alguma-coisa (eu apaguei o sobrenome dessa criatura da minha mente e em breve verão o porquê) que, com 33 anos nas costas, tá preocupada ao ver que a maioria das colegas dela já estão casadas ou casando recentemente, enquanto ela, ao decidir focar mais na carreira, ficou para trás na vida romântica. Assim, ela faz uma promessa para si mesma de estar casada até as Olimpíadas de Tóquio de 2020 (que no mangá ocorreria daqui 6 anos). Sorte dela que as Olimpíadas foram adiadas por causa da pandemia, porque a mulher NÃO tem sorte e também tem um dedo PODRE pra escolher homem. Junto da Rinko, o mangá também acompanha a história das duas amigas de infância da Rinko, Koyuki e Kaori, ambas com 33 anos e solteironas.

Prefiro dividir essa reviewzinha falando da história de cada umas separadamente. Eu provavelmente vou me confundir um pouco com a ordem dos acontecimentos e detalhes, mas vou dar meu melhor aqui.

O começo do mangá é bom. Ele trata mais de como a sociedade vê essas mulheres que já "passaram da idade de casar" de forma negativa. Uma boa dose de misoginia internalizada para começar bem o mangá. Lógico, as moças rebatem esse pessoal e no geral esses primeiros capítulos tem uma boa introspectiva dentro da vida de cada uma. Elas se reúnem mais pra reclamar da vida e pensar no que poderia ter sido e não foi. Inclusive, o mangá tem o Tarareba no nome justamente por isso: significa "What if?" que é um "E se?" no português. E é isso que as três personagens principais fazem de melhor: ficar remoendo em decisões passadas.


Agora falando das principais, começando pela Koyuki, porque ela foi a que eu mais tolerei. Não gostei, mas tolerei. Um pouco antes da metade do mangá, ela fica de olho em um cara que aparece no bar do pai dela pra poder beber. O sujeito é bem o tipo dela: um cara normal, ratinho de escritório, frouxo e meio trouxa, mas simpático. Ela logo se apressa para começar um relacionamento com ele, e dá certo! Ele também gosta muito dela e os dois são bonitinhos juntos. Até que um dia ele solta a bomba que na real ele é casado, e a Koyuki é "a outra" dele. Eu fiquei tão chateada porque sabia que o capítulo estava feliz demais pra estar tudo bem. Não estava tudo bem, de fato. Ela passa o mangá todo se relacionando com o sujeito, mas com aquela dúvida na cabeça se é isso mesmo que ela deveria estar fazendo; tem até uma parte que ela entra no facebook da mulher do namorado (que frase errada) e descobre que ele tem filho E A MULHER DELE TAVA GRÁVIDA. Ele não tinha nem mencionado na existência das crianças com a pobre Koyuki... O bom é que mais no final ela termina com o cara, por conta própria. E acabou a história dela. Só sofrimento e desgraça.

esqueci de mencionar que ela é um ícone bi

Agora a Kaori, a amiga bonitinha. Quando era mais jovem, tinha um namorado que era músico, e ela ficou até muito tempo junto dele. Porém, quando o moço pediu-a em casamento, ela recusou, já que era difícil pensar em um futuro morando num apartamento bostinha, pequeno, comendo comida ruim, vivendo sem dinheiro (porque músico que não é famoso é pobre, e esse cara definitivamente não era famoso). Só que, com 33 anos, uma década depois de ter terminado com o sujeito, ao ir no show de uma banda famosa, ela percebe que meu deus! Aquele guitarrista ali é igual o meu ex! Bom. Era o ex. Ele ficou famoso nesse meio tempo. Para resumir: o cara já tinha outra namorada, modelo, famosa, mas a Kaori continuou tendo "casos" com ele porque ela tava sozinha, triste e com esperança de ainda voltar a namorar com o cara. Tem um momento que ela até acha que tá grávida dele, mas não estava. Ao perceber que ele estava aliviado pela não-existência do feto, a Kaori fica BEM chateada e o maldito do Key vem para conversar e terminar de dar um choque de realidade nela (já vou explicar quem esse tal de Key é). Enfim, ela termina com o cara e, consequentemente, com sua presença no mangá. É muito engraçado que, pra um mangá que deveria ser tão feminista, a história de todas as protagonistas acaba assim que elas ou perdem ou conseguem um cara. MUITO engraçado.

Terminando com a queridona da Rinko, nossa protagonista. Ela trabalha como escritora de web séries (porque todas as protagonistas femininas tem que fazer algo mais relacionado com humanas), e ela tá indo até bem na carreira. Quando bate a realização que ela já tem 33 e tá solteirona, ela lembra que 10 anos atrás um colega de trabalho dela, o Hayasaka, pediu ela em namoro; porém, como ele era bem imaturo e inexperiente, ela rejeitou ele. Agora, vendo que o cara amadureceu, "virou homem" e tá no caminho para virar um diretor na empresa, ela se arrepende e fica pensando como seria a vida dela se tivesse aceitado a proposta do sujeito.

No começo esse é um plot bem bacana. Eu fiquei com dó da Rinko porque eu entendo ela se arrepender de não ter namorado com o cara, ainda mais porque ela tome um choque de realidade quando ele começa a namorar a assistente dela, que tem só 19 anos. Enquanto o cara tem 35 anos.

Só que a história da Rinko vai ficando uma bagunça quando ela se envolve com o Key. O cara tem 25 anos e é um modelo/atorzinho merreca que frequenta o bar que as meninas também vão, e desde o começo ele só é um cuzão com elas. Ele é um dos personagens mais detestáveis que eu já vi. O sujeito não consegue soltar uma palavra simpática da boca dele (pelo menos com as nossas 3 consagradas principais, porque com o pessoal da produção da série que ele participa o mocinho é um amor de pessoa). Ele é amargurado com a vida, mas é hipócrita o suficiente também para criticar outras pessoas que reclamam da vida.

Não vou ficar entrando em detalhes da trama, mas em um ponto da história a Rinko conhece um sujeito que gosta muito de filmes e começa a namorar ele. Eu esqueci o nome dele, me perdoe, é culpa da insignificância do moço. Só que ele era muito obcecado com filmes e obrigava a Rinko a assistir TODA HORA que eles estavam juntos e também queria que ela trocasse o corte de cabelo dela pra ficar mais parecida com uma atriz que ele gosta. Coisa de piradinho. O único problema é, o cara tratava ela bem apesar disso; e eu fiquei muito decepcionada quando ela decidiu só terminar o namoro com ele sem conversar. Pessoas adultas e maduras geralmente resolvem os conflitos dialogando. Essa é a base de qualquer relacionamento saudável. O cara era imaturo, mas a Rinko também nem deu a possibilidade dele tentar mudar e melhorar. Pra mim, foi um ponto negativo da história (a partir de agora vai ser cheio deles).

eu concordo com ela mas poxa que atitude chata. Deixa o cara gostar do heroizinhos

Mais para o final do mangá, a Rinko começa a namorar o Hayasaka de novo. O cara foi rejeitado pela namorada novinha que estava traindo ele, os dois estavam cansados e decidiram começar um relacionamento tranquilo. Pra mim o progresso deles foi rápido demais, mas eu não liguei muuuito porque dava pra ver que eles se davam muito bem. Depois de, não sei, uma semana? Eles começam a morar juntos. Mas aí que chega o final da história.

Lembram do Key, aquele carinha que só xingava as meninas, fazendo discurso de ódio e ainda conseguiu quase arruinar a carreira da Rinko? Pois, as amigas da principal insistem que na verdade, ele ama ela. Então, bem no dia que o Hayasaka se propôs de fazer uma festa só com ele e a Rinko para celebrar os dois morando juntos, ela decide ignorar tudo e ir correr atrás do Key, que tá lá no cu do mundo a 3 horas de distância de Tóquio porque quer pagar de emo. Na viagem, ela descobre a história triste do Key, que na realidade ele era uma criança hospitalizada, e era apaixonado com a doutora que cuidava dele. Porém, a moça morreu de câncer bem jovem, com 33 anos; antes disso, ela lamentava que ia morrer solteirona, já que médico não tem vida fora do hospital. Aproveitando a situação, o Key resolve casar com ela antes de bater as botas. E o menino age que tem um enfezado com a Rinko porque, choquem, ela parece com a doutora que ele era apaixonado. Sim. Essa é a justificativa que usam pro abuso verbal do moleque.


E o pior é que a Rinko escolhe ele no final.

Ela escolhe o molequinho que só destratou ela, do que um cara já feito na vida e que estava, naquele momento do mangá, cozinhando para dar uma festinha só pra ela e ele.

Eu fiquei com tanto desgosto naquela cena que dava pra ver na minha cara. Só faltava vomitar.

sofrimento define!

O mangá basicamente acaba depois de um discurso da Rinko que essa pode não ser a decisão correta a fazer (definitivamente não é), mas é a que ela fez e vai tomar responsabilidade por ela, e que vai cuidar muito bem do Key (não precisa, ele não tá nem aí pra você), enfim... Muito ruim. A esse ponto eu já não estava nem prestando atenção mais no que acontecia.

Minha opinião? Esse mangá é terrível. Primeiro que a Rinko só se mostra como imatura por toda a obra e não melhora no final, preferindo um namoro tóxico com o Key do que ficar com o Hayasaka ou, pasme, autora, deixar ela ficar sozinha. Nem dá pra falar que a Kaori ou a Koyuki tiveram um final, porque depois que elas terminaram seus respectivos relacionamentos nem aparecem mais como foco de capítulos que não seja junto da Rinko, e é isso. Recomendo esse mangá? Não. Ele conseguiu ser pior do que Karekano. Pelo menos Karekano era MUITO BOM no começo. Esse daqui é só... Bem mais ou menos. Se a autora queria passar alguma mensagem feminista nesse negócio, parabéns! Ela passou. Passou BEM LONGE. HAHAHAHA PIADOCAS

Tô tentando me dedicar mais a escrever no blogzinho porque alivia minha alma ter um lugar para reclamar e aclamar (ainda tá faltando essa última parte) mangás, animes e joguinhos. Estou no processo de escrever sobre Fire Emblem: Path of Radiance, mas como eu quero que fique bom, ainda vai demorar.

É isso não vou nem reler oq eu escrevi simplesmente vai na fé


domingo, 7 de maio de 2023

Buddy Daddies é um baita bait LGTV

Caro 1 leitor que eu tenho certeza que vai ver esse post (vulgo, eu), não estava planejando que a próxima postagem seria desse anime. Na verdade, Buddy Daddies é recente e nem estava no meu radar, até que eu vi algumas pessoas falando que era uma cópia de Spy X Family; aí eu decidi dar uma chance e acabei assistindo tudo em um dia só. Saudável. 

foto só pro blog n ficar feio rs

Esse anime, de fato, tem uma premissa muito parecida com a de Spy X Family: dois assassinos de aluguel, Kazuki e Rei, são forçados a adotar uma menina de 4 anos, a Miri, depois que eles matam o pai dela (por querer, ele era o alvo deles mesmo). A partir daí, os dois tem que aprender a conviver tendo que cuidar de uma criança e ao mesmo tempo conseguir realizar o trabalho perigoso de assassinos.

O show é bem fofo. Como eu disse antes, parece muito Spy X Family, só que com mais foco nos cuidados à criança e a experiência de ser pais. É bem bonito porque eles vêem que, apesar do trabalho exaustante que é cuidar da Miri, eles adoram ter ela por perto e ela traz felicidade pra famíliazinha deles. Não tem nada de inovador, mas é bonitinho mesmo assim. A backstory dos dois principais são ok. Nada demais, mas é o suficiente para sentir empatia por eles, então tá bom. Não curti muito nem a abertura nem o encerramento. Funciona, mas não é minha praia.

Mas o que eu realmente queria comentar era sobre o relacionamento dos principais. Não sei, acho que por já ir esperando um Spy X Family, acreditava que no final os dois realmente ficariam juntos como um casal; só que não. Eles vivem juntos, trabalham juntos, criam uma menina juntos e tem um relacionamento completamente platônico. Teve um pouquinho de decepção quando eu cheguei no final, não vou mentir, mas foi bom mesmo assim; é até bem diferente um anime explorar cargos que não se encaixam no padrão heteronormativo, onde os dois criadores da criança geralmente tem ou tiveram um relacionamento romântico antes.

O anime é legal, recomendo se gostar de Spy X Family e preferir algo mais slice of life (com um pouquinho de drama) do que romances. Mas o bait LGTV foi forte nesse.

Ps.: Acho que só fui completar esse blog depois de 2 meses que eu acabei o anime. A sorte é que eu ainda lembrava do que eu pensava sobre. O próximo blog deve ser de Tokyo Tarareba Girls, que foi um mangá que eu me decepcionei bastante. Também vou fazer o blog de Fire Emblem que eu tinha falado antes e ainda nem comecei. É isto valeu falou


quarta-feira, 5 de abril de 2023

Karekano é ótimo! Até te trair na metade e ficar péssimo

Começando esse post deixando claro que eu vou falar aqui apenas do mangá. Não tenho nada a falar sobre o anime porque não terminei ainda; exceto que a arte é bonita e eles adaptaram só a parte boa do mangá, então ponto extra pra eles.


desculpa eu adorei essa imagem me senti na obrigação de colocar ela de capa


Colocando isso de lado, faço um resumo da história aqui: a protagonista (pelo menos da primeira metade do mangá) é a Yukino Miyazawa, que banca a perfeitinha maravilhosa que todo mundo ama na escola mas na real é invejosa pra caralho, não tá nem aí pra ninguém (só quer atenção das pessoas mesmo) e se mata de estudar para conseguir ter as notas altas que tem. Então aparece Arima Soichiro, que é também um aluno perfeitinho que todo mundo da escola ama e pasmem! Ele tirou uma nota maior do que a nossa querida Miyazawa e tem se saído melhor que ela em todas as disciplinas. Obviamente ela fica possessa com ele e quer, de toda maneira, destronar o cara. Nesse plano maligno ela tenta ficar mais próxima dele pra descobrir qual é o defeito dele (porque ela acha que ele é, assim como ela, perfeito só de fachada) mas um dia ele vai na maior boa vontade emprestar um CD pra ela lá na casa dela mas a Miyazawa acaba abrindo a porta e chutando ele logo em seguida. Parece absurdo mas juro que faz sentido! Eu só não quero me prolongar mais do que já prolonguei em um resumo. Enfim, agora que o Arima sabe o "grande" segredo da Miyazawa, o que será que ele fará? Descubra lendo mangá! Ou então continue lendo esse post.

A Miyazawa fica preocupadíssima que o Arima espalhasse a fofoca de que ela é péssima e um troglodita pela escola, mas ele promete que não vai contar nada! Desde que ela ajude-o a fazer o trabalho dele (que é muito. O menino não tem descanso). Ela faz e os dois acabam passando mais tempo juntos e virando amigos, até ela perceber que o que ele tá fazendo com ela é chantagem e quase criminal. Aí ela fica puta e vai confrontar ele, mas ele tem um motivo ótimo de estar fazendo isso: ele gosta dela e queria passar mais tempo com ela, e foi essa a forma que ele achou de fazer eles ficarem mais próximos. Já é bem óbvio pra que direção isso vai, então eu vou só cortar o texto e dizer que eles começam a namorar. Bem cedo, ainda, acho que antes dos 5 primeiros capítulos... O que é bem rápido, mas até que não fica ruim, já que dá pra perceber o porquê deles gostarem um do outro e eles são ótimos juntos, engraçado e bonitinho :) os próximos capítulos são ótimos, mostram o relacionamento deles progredindo, tem um arco que mostra a Miyazawa resolvendo um problema de bullying entre ela e as meninas da sala dela e ela cresce demais como pessoa depois do envolvido todo. Ah, ela e o Arima também ficam amigos de um cara popular da escola chamado Asaba. Ele é importante pra depois, então eu preciso citar o nome dele.

Tem também uma parte da história que foca numa menina chamada Tsubasa, ela era amiga de infância do Arima e gostava dele, mas teve que ficar um tempo no hospital e quando ela voltou pra escola ele tinha arrumado uma namorada :/ menina de pouca sorte, tadinha. É bem engraçadinho a inimizade que ela tem com a Miyazawa no começo mas também é bom que acaba bem cedo e as duas viram amigas. Essa mesma menina também tem uma confusão que o pai dela vai casar de novo e ela não quer isso, mas no final acaba aceitando que o pai dela precisa de alguém para apoiar ele e essa coisa toda. E ela também acaba ficando amiga do filho da noiva do pai dela, que vai se tornar meio-irmão dela, o Kazuma. Nesse ponto o pai da Tsubasa fala algo bem questionável, mas dá pra ser ignorado (no momento).

Eu já falei tanta coisa e só cobri uns 20-30 caps do mangá... Meu deus.

Vou aproveitar agora para falar todos os pontos positivos do mangá, porque, infelizmente, quase todos estão nesses capítulos iniciais:

- A Miyazawa e o Arima são um casal tão bonito :( é bem natural a progressão deles e faz sentido um gostar do outro, além deles se sentirem confortáveis o suficiente um com o outro para não terem que fingir que são perfeitos quando eles interagem... Sinceramente? Um dos melhores casais que eu já vi em mangás. Fora que os dois são personagens completos e interessantes, mesmo sem o outro (diferente de um outro casal com o mesmo plot deles Horimiya);

- A Miyazawa recebe um merecido desenvolvimento de personagem que, apesar de bem dramático, já que é um shoujo, foi bem explorado. Essa parte também dá uma perspectiva muito triste que ela realmente não tinha nenhuma amiga na escola :( e ela resolve todo o B.O sem a ajuda do Arima (ela recusa e diz que tem que resolver isso ela mesma, apenas). Toda girlboss ela;

- A Tsubasa é um ícone eu adoro ela. As amigas dela também são legais apesar de eu ter esquecido o nome de todas agora rs

Passado os pontos positivos, é com grande pesar que eu anuncio que a caída da qualidade do mangá começa aqui :(




Primeiro que começam a surgir os casais problemáticos do mangá: o par de meio-irmãos se tornam um casal. Isso é super esquisito. A amiga da Miyazawa (a que fazia bullying com ela, mas viraram bestiesss depois) gosta de um cara que tem o dobro da idade, também. Também é super esquisito, e eu nem sei dizer qual é pior. Acho que os dois são ruins igualmente. 

Uma boa parte dos capítulos que passam sobre o cara que tá em uma banda também são bem... bobos. Fazem o maior caso que ele tá amadurecendo, que ele está em um período muito difícil da vida dele, mas na real eles não mostram quase nada disso. Esses capítulos tem a profundidade da espessura de uma folha de papel sulfite, e o pior de tudo: são chatos de ler.

Fora isso, a metade do mangá é para resolver os problemas de cabeça do Arima. Eles são interessantes, mas caramba, quando eu tava lendo parecia que não acabava nunca. Foi uma eternidade passada até ter um desenvolvimento de verdade, porque sempre ficava naquela: ocorria uma cena que ele ficava traumatizado, aí melhorava até o próximo episódio de trauma, sem realmente tocar pra frente. Não sei se essa é uma opinião comum, mas eu também não tava nem aí pra história da família do Arima. Do nada, no final do mangá, eles focam demais no conflito entre o pai e o tio do Arima. É importante pro crescimento do próprio Arima, eu sei, mas precisava desse tanto de capítulos? Essa parte encheu o saco, porque eu não ligava pra nenhum dos personagens que tavam passando por problemas ali, fora que às vezes era tão dramático que parecia uma novela mexicana. Do nada o pai do Arima aparece com uma arma de fogo? Que surto.

Agora, a 2a pior coisa do mangá pra mim: eles mataram a personalidade construída para a Miyazawa e o Arima no final do mangá. O Arima eu até aceito um pouco, porque nunca tinham citado muito bem o que ele queria mesmo fazer depois do ensino médio; mas mesmo assim, tiraram de onde que ele sempre gostou de filmes policiais? Isso NUNCA é citado no mangá antes dele decidir virar policial. Agora, a Miyazawa, que sempre gostou de dinheiro, lia livros de economia e tenho -quase- certeza que falou que queria seguir o mesmo caminho na universidade, decide ter um filho. E fazer medicina depois. Quê? Nunca foi mencionado que ela queria começar uma família, ainda mais cedo, e ela não parece ser o tipo de menina que desejaria algo assim (eu sei que não foi proposital; dá pra perceber pelas cenas que ela descobre, mas mesmo assim, poxa). Mas de ferrar MESMO foi ela falar que sempre quis fazer medicina. Sendo que ela nunca falou nada sobre, mesmo tendo a amiga dela, do lado, que sempre falou quer queria fazer odontologia. Eu realmente não sei o que deu na cabeça da autora pra ela matar tão bem matado esses dois personagens (que eram super interessantes e consistentes até então) na reta final do mangá; só sei que foi muito, muito triste de ler.

Agora a pior coisa! Lembra daquele amigo da Miyazawa e do Arima, que eu falei lá atrás? O Asaba? Pois é, ele é a pior parte do mangá. Ele é o clássico "eu e mulheres meu deus gosto muito de flertar" e até aí não tinha muito problema, mas mais pro final do mangá, quando o Arima fica meio piradinho, ele literalmente fala que se o Arima fosse uma mulher ele teria a alma gêmea dele. No resto do mangá também dá pra ver a obsessão dele com o Arima, mesmo ele sendo tratado mal pra caramba. Minha interpretação: esse Asaba tava no armário e não sabia. O problema maior é, que, logo no capítulos depois dele literalmente admitir que ama o Arima, ele descobre que a Miyazawa tá grávida. E o cara, esse sujeito, na maior seriedade, fala "talvez esse bebê seja a minha alma gêmea".

Sim, ele fala isso.

Depois disso eu não aguentei. Eu tive que parar de ler, levantar, andar um pouquinho, respirar o ar fresco e encostar numa árvore. Realmente, eu não estava acreditando que eu tinha lido aquilo. Mas é real, ele fala isso, e esse é o principal motivo que eu odeio o final desse mangá com todas as minhas forças. Nem vou comentar sobre as cenas do time skip, porque eu acredito fielmente que tudo aquilo foi um surto da cabeça da Miyazawa de quando ela tinha passado mal na viagem escolar. Fim.

Para resumir tudo o que eu falei: os primeiros 30 capítulos do mangá são muito bons, o resto vai progressivamente ficando uma merda. Fora o assassinato de personagem, o Arima e a Miyazawa continuam sendo um dos melhores casais de mangá/anime que eu já vi. Recomendo ler? Sim, mas só se você parar depois do teatro que a Miyazawa e as amigas dela fazem. Não vale a pena continuar depois disso. Ou então assista o anime, ele parece bonitinho.

Em breve devo escrever sobre algo que eu realmente gosto e acho bom, até agora só tem dois posts e os dois são pra falar mal de mídia. Muita negatividade.


sábado, 10 de dezembro de 2022

Fire Emblem Fates é bem ruim, mas pelo menos não é péssimo

Fotinha só para o post parecer bonito na página principal do blog


Não queria que meu primeiro post nesse treco fosse de Fire Emblem porque minha obsessão com essa franquia tá demais, mas eu não quero esquecer tudo que eu achei de ruim - e algumas coisas boas - em Fates.


Eu, recém-saída do meu primeiro jogo de FE (Awakening, claro), super animada por ter adorado os personagens, o combate e a história (eu tenho um gosto simples) vi no pinterest umas fanarts de um personagem de outro jogo de fire emblem. Era o Takumi. Achei ele tão bacana que fui baixar - de maneira extremamente legal - fire emblem fates birthright. Não consegui. Beleza, vamos jogar o conquest primeiro! E isso foi um erro


Conquest, vulgo Nohr, vulgo a família do mal


A história começa com o Corrin sendo pau mandado do Garon por motivos de "ele é seu pai então cala a boca e obedece ou ele te mata". E aí mesmo depois da Mikoto vulgo sua mãe de verdade morrer depois de te salvar de um ataque do próprio Garon você resolve continuar com a família adotiva, simplesmente porque você já pagou o jogo que só tem essa rota então engole o choro e pronto.


Acho que a única cena emotiva desse jogo péssimo foi essa de escolher entre as duas famílias; realmente fiquei decepcionada de não escolher Hoshido :( eles esperavam tanto o Corrin. Além de fazer muito mais sentido você escolher a família do bem! Em vez da família do mal que o Garon tenta te matar a cada passo que você dá.


Enfim, se você acha que a história vai mudar do que era antes, está enganado! Corrin continua sendo pau mandado do Garon e aí a Azura inventa uma história que o Garon tem que sentar no trono de Hoshido para os seus irmãos descobrirem que ele tá possuído pelo capeta ou sei lá o que era aquilo. "Por isso você tem que conquistar Hoshido!!! "Sim essa é a única maneira de estender a história por 27 capítulos então TEM que ser assim não tem outro jeito de contar para os outros que peninha".


Os únicos personagens que eu gostava morrem quando o Corrin conquista Hoshido (um momento de silêncio pelo Takumi e o Ryoma por favor) e a última luta é bem sem sal... Mas até que eu acho a família de Nohr *um pouco* mais interessante do que a de Hoshido, então o jogo não foi tão péssimo.


A única cena realmente boa de Conquest pq tem o Ryoma sendo foda. Olha só a fala dele (releve minha Corrin de merda)


Alguns pontos que eu gostei:


- A gameplay de Conquest realmente é melhor e mais interessante; me deixou frustrada? Sim, mas compensa

- Já disse antes, mas a família de Nohr é um pouquinho mais interessante do que a de Hoshido (exceto o Xander)

- Curti mais os retainers (sei lá como eu traduzo isso e a Peri não se insere aqui) de Nohr, talvez porque alguns são reciclados de Awakening, mas fatos são fatos


A lista enorme de coisas que eu não gostei:


- A história é ridícula 🗿 o pior de tudo é que ela tinha tudo pra ser boa, já que eles poderiam ter estabelecido Nohr = mal, Hoshido = bem e depois ter SUBVERTIDO AS EXPECTATIVAS e colocar uma moral mais cinza no jogo (eu até achei que a decisão de escolher Nohr faz muito mais sentido já que foi a família que criou o protagonista e tals) mas não. Não quiseram fazer isso

- Qual das 3 personalidades do Xander é a real hein?

- Ter que conquistar Hoshido só pra poder provar que o Garon tá possuído é bem estúpido. Tá seriamente me dizendo que não tem outra forma mais fácil de fazer isso? Sendo que os próprios filhos deles perceberam que ele tá sim diferente do que era antes?

- Mas pra falar a verdade todo aquele outro reino que não se pode falar o nome (i forgor) é bem estúpido também

- Eu amo a Azura e ela é uma personagem super legal mas em Conquest ela só vira uma guia de jogo

- Era pra morte da Lilith me fazer sentir alguma coisa? Porque não deu certo

- Corrin é insuportável nesse jogo. Só fica martelando na moralzinha inocente de "não pode matar ninguém :(" E NÃO TEM PROBLEMA UM PERSONAGEM SER GENUINAMENTE BOA PESSOA mas o/a Corrin já é demais. Não passa disso

- Esse é pessoal demais mas quase nenhum suporte S de homem presta. Eu joguei como a FCorrin e caralho não tinha UM personagem masculino mais interessante que eu pensasse "ah sim esse carinha combina com a Corrin", que horror. Mas acho que parte dessa culpa é o fato de, qualquer seja o gênero do/da Corrin, ele/ela não é um personagem bom

- Não tem paired ending. Que merda é essa que você tá fazendo, Fates?


Enfim, depois de terminar Conquest, eu consegui baixar Birthright. Não sei o que mudou, mas não vou reclamar


Birthright, vulgo Hoshido, vulgo a família do bem e dos otacos fedidos


Dessa vez eu pulei os primeiros 6 capítulos iguais porque eu não queria sofrer aquilo tudo de novo. A parte de escolha é bem igual, mas eu não fiquei mal dessa vez porque eu tava mais rindo da situação. Imagina ser o Corrin e escolher uma família que você acabou de conhecer em vez dos irmãos que te criaram todo esse tempo? Muito doido.


Você tá lá de boas com sua família nova e pá! Por algum motivo o Takumi e o Ryoma sumiram. Primeiro eu achei esse um jeito bem esquisito de começar a história, mas ainda é melhor que todo o plot do "trono da verdade" de Conquest. 


Na grande jornada do Corrin em busca de seus irmãos ele encontra ninguém menos que! Seu irmão. O Takumi. Acham ele bem fácil na história. Ainda bem, porque esse desgraçado simplesmente carrega em todos os mapas. Mas cuidado, ele tá possuído! Meu deus, como sairão dessa situação? Com a Azura cantando Lost in Thoughts All Alone pela 19237812873187a vez dentro do jogo e em menos de 1 minuto ele tá curado. Tranquilaço. Nem parece que é o boss final de um certo outro jogo-


Em algum ponto da história encontram um espião de Nohr seguindo o pessoal. Acho que o nome dele é Zola? Algo assim. Corrin sendo a boa alma que é decide não matar ele e, quando ele protege o Takumi da morte uma vez, todo mundo tá de boas com ele. Mas pasmem, ele trai o pessoal de Hoshido de novo. Ok, eu tô zoando mas eu fiquei mal por ele nessa parte: ele tava com as mãos atadas, de um lado, ele queria que o Corrin não morresse, porque ele salvou a vida dele uma vez; mas se não obedecesse o Garon ele iria morrer. Enfim, ele obedeceu e morreu de qualquer forma, então. Que pena para o pobre Zola.


Depois de muito custo (na real quase nenhum), Corrin chega perto de Nohr e enfrenta a Camilla. O mesmo mapa que me levou 30 turnos pra completar em Conquest e que no final eu estava com apenas 2 personagens vivos sobrando, demorou menos de 10 turnos pra ser completo em Birthright. Bacaninha. Enfim, Corrin começa a fazer a Camilla questionar se ela tá do lado certo da guerra e essa cena até que é boa! Mas descartam ela completamente pro resto do jogo. Melhor simplesmente esquecer que aconteceu. Enfim, esse é o capítulo que eles finalmente encontram o Ryoma junto com um pessoal de Nohr que é contra o Garon e eles decidem tentar conquistar Nohr e destronar o Garon.


Esqueci que em algum momento da história o Kaze quase morre também. Bem chato. Eu não ligo pro personagem, mas precisava dele pra passar Lethality para as futuras gerações.


O pessoal passa pelo Leo, pela Camilla e consegue recrutar a Elise para a missão de derrotar o Xander e o Garon! Tadinha, ela acha que conversar vai resolver algo :,) Na hora da luta com o Xander... Fiquei mal quando a Elise morreu. Aí eu fiquei puta porque o corno manso do Xander ignorou completamente a irmã morta dele pra continuar lutando com o Corrin. Derrotei ele em 2 turnos com minha Corrin apelona. Meio anticlimático, mas tudo bem. Depois que dá a entender que ele pegou leve com o Corrin na luta e meio que "deixou" matar ele eu fiquei meio mal pelo Xander de novo. Passou em menos de 5 segundos, no entanto.


Foto de antes do picolé de chuchu ser massacrado pela Corrin não-tão-boa-assim


Depois disso foi só a luta contra o Garon que, pasmem, na verdade era um dragão do mal o tempo todo. O Takumi também fica possuído, mas depois de uns segundos ele já tá bem por causa do poder do amor familiar. E eles derrotam o dragão e vivem felizes para sempre. Exceto a Azura porque ela morre. F


Pontos positivos:

- O jogo dá a possibilidade de grind. Eu não ligo para aumentar demais o nível dos meus personagens (apesar de eu ter feito com a Hana porque eu amo ela e queria deixar ela um monstro), mas eu gosto de aumentar o nível de suporte com o máximo de personagens possíveis. É bem melhor porque você consegue entender melhor e gostar mais dos personagens

- Enquanto em Conquest eu só conseguir formar uns 5, 6 casais, em Birthright tava quase todo mundo casado. Acho que eu consegui todos os filhos possíveis nessa rota, e todos eles são bem legais. O Shiro, a Mitama e a Midori são uns amores

- A história é mais simples, mas é mais completa e tem uma progressão melhor

- Eles têm o Ryoma. Ele parece com uma lagosta, mano. Peak character design

- O/A Corrin não é completamente insuportável nesse jogo! Não tem tantas falas e quase nenhuma é "parem de matar é errado matar :("


Pontos negativos:


- Mapas desinteressantes. Em vez de falar que Birthright é fácil - e é fácil, mas não é isso que deixa o jogo ruim - prefiro falar dos mapas chatos. Todos tem o mesmo objetivo de ou matar o boss ou matar todo mundo. Que eu saiba só UM mapa tem um objetivo diferente desse, que é o de escapar, que convenhamos, também não é tão divertido assim

- A maioria dos personagens não são tão divertidos quanto os de Conquest... Principalmente os retainers. Eu só gosto mesmo da Oboro (porque ela realmente é interessante) e da Hana (porque ela é bonitinha :D)

- O grind é chato. Todos os mapas são iguais. Eu tava quase enlouquecendo enquanto tentava chegar em suporte A ou S entre os filhos

- O boss final é ridículo de fácil... Eu perdi um ataque com a Corrin e ela quase morreu mas mesmo assim eu completei em 3 turnos. Perde um pouco de tensão do clímax da história

- Também não tem paired ending. Sério, o que tava na cabeça dos produtores de tirar uma das partes primordias dos jogos de Fire Emblem? Que horror


E é isto. No geral, eu diria que gostei um pouquinho mais de Birthright porque eu valorizo mais história do que gameplay, mas eu não julgo quem prefere Conquest. Agora, se você vier me falar que seu favorito é Revelations... Aí tá além da minha compreensão. Nem vou tentar jogar essa rota, prefiro me concentrar em jogar os jogos mais antigos Path of Radiance tá muito bom até agora e eu adoro o Ike.


Talvez no futuro eu fale sobre Awakening ou Three Houses, porque esses eu já joguei. Não sei se faço um post pra cada rota de 3H... Só posso garantir que o próximo blog aqui será sobre algum mangá. O que eu tiver com vontade de fazer primeiro.



Fato curioso (que eu na verdade não sei se procede) para encerrar o blog: a pessoa que mais mata e é mostrado, canonicamente - ou seja, fora de mapas de batalha - em todas as duas rotas de Fates é o Leo. Sério, toda vez que o plot exige alguém morto o garoto tá lá. Exceto com a Elise.




Essa daí o responsável pela morte foi nosso querido picolé de chuchu


Obrigado por ler até aqui, caro leitor inexistente :)

Foto da Hana (aka amor da minha vida)


quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Nascimento

 eu não acho que alguém vá achar esse blog, mas me sinto na obrigação de fazer uma introdução


só vou falar nesse blog minha opinião sobre coisas. Principalmente mangás. E animes e jogos. Por motivos de eu quero externalizar minha doidera


é isso! Se existe alguém além de mim lendo isso, não sei como chegou aqui, mas sinto muito

Eu li uns BLs aí

Eu impressionantemente li bastante BL esses dias. Não que eu não goste, mas eu prefiro olhar só pelo lado do romance e ignorar a partes de s...